jun 27

e-Learning Brasil 2008 - Case Claro

Pessoal,

Começando com a descrição dos cases que assisti no e-Learning Brasil 2008, vou descrever os principais pontos expostos pela Letícia Serrão Chaves a respeito do Case da Claro.

E qual a primeira impressão que tive do Case?

Um Case consistente, principalmente pelas demandas do mercado telecom, que exige agilidade ao extremo, muito pela necessidade de treinar toda a força de vendas em tempo do lançamento de promoções. Assim, Letícia comentou, por exemplo, que eles desenvolvem um conteúdo em e-learning para ser lançado em 48h.

Outro fato que mostra a consistência do Case da Claro é que eles têm uma abrangência geográfica muito grande. Até então, só não operavam na Região Norte do Brasil, o que agora começa a ser realidade. A partir de agora, a Claro será uma empresa que terá atuação em todo o Brasil (mais de 40.000 colaboradores), um país de dimensões continentais, com diferentes perfis de colaboradores, dentre vários elementos que devem ser considerados para a implantação de projetos de e-learning. Portanto, todos esses fatores por si só já lançavam um desafio tremendo à equipe da Claro que conduziu o processo de implantação do e-learning na empresa.

E, na visão de Letícia, qual os principais pontos do sucesso do e-learning na Claro:

Em termos de conteúdo, ela diz que o conteúdo precisa ser relevante, ou seja, precisa de segmentação em termos dos diferentes públicos da empresa, necessita de aplicação prática, assim, o colaborador precisa ter efetividade na aplicação na realidade da empresa em em seu cotidiano e, por fim, jamais esquecer do alinhamento estratégico do e-learning com o negócio da empresa.

Em termos de formato, ela comenta que é preciso pensar em navegabilidade, na adequação da linguagem ao público-alvo, além de usar pouco texto, muita simulação, exemplos, cases, metáforas e games.

Enfim, uma empresa sólida com um projeto bem trabalho, com certeza maduro e que conta com 247 cursos online já publicados.Apresentação do Case da Claro - Letcia Serrão Chaves

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jun 27

e-Learning Brasil 2008 - Segundo dia

Dando continuidade à cobertura do e-Learning Brasil 2008, posso dizer que o momento alto do segundo dia foram os cases. Posso, de antemão, dizer que as empresas brasileiras estão, em geral, com cases muito bem implantados e com resultados interessantíssimos.

Já o ponto baixo diz respeito a um certo desvio de foco. Todos sabemos que e-learning traz à tona vários outros temas relevantes como liderença, gestão de talentos, entre outros. Porém, o e-learning no Brasil ainda tem muitas, mas muitas questões a serem discutidas com o objetivo de primeiramente, disseminar melhor o uso das tecnologias e ferramentas de educação a distância nas empresas fora do eixo Rio-SP e, segundo, refinar os projetos existentes, principalmente em termos de métricas e do uso de blended learning (no sentido mais amplo, com uso de portais de gestão do conhecimento, blogs, wikis, podcasts, videocasts, redes sociais).

No entanto, fazendo um balanço, pode-se dizer que encontramos um mercado com um cenário em processo firme de início de maturação. Resta-nos trabalhar para levantar a bandeira país afora, e a GSI Online, com o evento e-Learning SUL, faz sua parte em termos de contribuir para a disseminação e consolidação do e-learning no Brasil.Francisco Soeltl - CEO do e-Learning Brasil e da MicroPower

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jun 26

e-Learning Brasil 2008 - Primeiras impressões

Pessoal,

Acompanhei, hoje, dia 25/06, o primeiro dia do e-Learning Brasil 2008 e minha avaliação até agora é positiva.

Mas e quais as impressões em geral?

Ao meu ver, é um momento único no mercado brasileiro para conhecermos as empresas que estão investindo em e-learning, podendo compartilhar experiências de sucesso e insucesso. Realmente, muitas empresas com um excelente nível de maturidade em seus projetos, além de várias empresas ansiosas para começarem seus projetos. Enfim, isso mostra o início do processo de maturação do mercado brasileiro de e-learning.

E a programação?

O momento alto de hoje foi, sem dúvidas, capitaneado pelo trio internacional do evento, Elliot Masie, Marc Rosenberg e Eric Shepard, todos do primeiro escalão do e-learning mundial, sempre visionários e com um raciocínio extremamente inteligente da situação do e-learning no mundo e suas perspectivas.

Falaram sobre coisas óbvias mas nem sempre atendidas como atentar para as diferenças culturais, trabalhar endomarketing, entre outros.

Mas a grande contribuição deles veio com o que virá pela frente. Redes Sociais integradas aos ambientes de aprendizagem, wikis, podcast, videocast, tudo integrado e trabalhado de forma colaborativa, criando um verdadeiro ambiente de suporte ao desempenho.

Enfim, recém estamos começando a vislumbrar os potenciais da tecnologia para o aprendizado.Videoconferência com Elliot Masie

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jun 24

“O modelo híbrido é o futuro” - Entrevista sobre Educação com Paulo Bilkstein

‘Para criar uma geração de cientistas, temos de ensinar ciência do século 21′

O paulistano disputado por conceituadas instituições dos EUA fala ao ‘Estado’ sobre o uso da tecnologia na educação

Renata Cafardo - O Estado de São Paulo

Aos 35 anos, o paulistano Paulo Blikstein precisa escolher em qual das conceituadas universidades americanas vai querer trabalhar. Stanford, Berkeley, Carnegie Mellon e Universidade de Nova York começaram há dois meses uma disputa para ter o engenheiro brasileiro como professor. E isso, no mundo acadêmico dos Estados Unidos, quer dizer ofertas e mais ofertas para conquistar o indeciso.

Fora o salário que chega a US$ 10 mil por mês, uma das instituições garante US$ 200 mil para começar seu projeto de pesquisa, outra oferece cobrir despesas com mudança e moradia e todas fazem uma espécie de leilão de metro quadrado do laboratório em que Blikstein poderá trabalhar. Além das quatro, Harvard lhe ofereceu uma bolsa de pós-doutorado, que inclui dar aulas para a instituição.

Formado pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP), Blikstein passou a se interessar por educação e pesquisar sobre como a tecnologia poderia trabalhar a favor do ensino de qualidade. Sua devoção pelo educador Paulo Freire fez com que passasse a defender que a tecnologia fosse usada de maneira relevante para a vida dos estudantes. “Em muitas escolas, usar a tecnologia se resume a buscar dados para um trabalho. Mas é preciso aproveitar toda a motivação incrível que as crianças têm para criar, para mexer com tecnologia”, diz. Para isso, ele desenvolveu uma placa de robótica, com software livre, que pode ser usada em escolas no mundo todo para fazerem experiências de eletrônica e computação.

Blikstein fez mestrado e trabalhou em um grupo sobre aprendizagem no Massachusetts Institute of Technology (MIT), que fez com que testasse boa parte de seus projetos em escolas públicas brasileiras e de outros países em desenvolvimento. Agora, se dedica à criação de modelo computacional que pode prever como as crianças aprendem. “A idéia é que no futuro ele seja parte do treinamento de professores. Do mesmo jeito que um economista, antes de implementar mudanças na economia do país, simula o que pode acontecer.”

O brasileiro tem ainda dez dias para decidir seu futuro. Atualmente, ele vive em Chicago, onde termina seu doutorado na Universidade Northwestern.

Como acabou sendo tão disputado pelas universidades?

A avaliação das universidades é muito objetiva, eles vêem o número de publicações, e eu tenho muitas nesses oito anos que estou nos EUA. Há muitos modismos em pesquisas e eles não gostam do que é a nova moda. Eu fui sempre teimoso, dediquei-me a poucas idéias e persisti com elas, isso foi bom na minha avaliação. Como eu sou brasileiro, estudei na escola da filha do Paulo Freire, convivi intensamente com as idéias dela, isso deu um caráter original para o trabalho com tecnologia. Mas o processo é difícil, as universidades concorrem muito entre si e sabem as propostas umas das outras. Me ofereceram laboratório de 75 metros quadrados e colocam isso no contrato. Se tivesse só uma seria bem mais fácil.

Como você alia Paulo Freire e tecnologia?

É engraçado porque Paulo Freire é mais famoso nos EUA do que no Brasil. Lá tem Pelé, Ronaldo, Gisele Bündchen e Paulo Freire. O que ele falou, entre outras coisas, é que a educação tem de ser relevante para a vida do aluno e tem de ser adaptada ao contexto em que ele vive. Quando ele começou, foi numa vila de pescadores, que tinha aulas de alfabetização convencional em que tentavam ensinar a ler e escrever com palavras como ‘carros’, ‘prédio’. Ele começou a ensinar ‘peixe’, ‘rede’, ‘mar’ e deu certo. Muitas coisas que se faz de tecnologia são para adestrar os alunos dentro do laboratório de informática, se faz um joguinho de matemática, em que se acerta a conta e ganha cinco minutos de tiro ao alvo. Em muitas escolas, usar a tecnologia se resume a buscar dados para um trabalho. Mas é preciso aproveitar toda a motivação incrível que as crianças têm para criar, para mexer com tecnologia. O trabalho que eu faço é usar a tecnologia para construir projetos relevantes para a vida delas. Aquilo que a gente chama de aprender fazendo. Faz um robô, cria um programa, cria um produto, vê que não funciona direito, faz de novo.

E assim a criança produz conhecimento usando tecnologia.

Muita gente acha que produzir conhecimento é escrever um trabalho, mas pode ser criar um robô, um programa para coleta de lixo no seu bairro. Nem todo conhecimento demanda papel. Nem tudo que você faz na escola precisa estar no papel. O que tenho trabalhado em escolas do Brasil é propor para crianças a produção de projetos para resolver problemas da comunidade. Não é importante só criar o robô e sim o trabalho exaustivo durante o processo de criação desses produtos e as conexões que podem ser feitas com o que a criança aprende na escola. Não adianta fazer um projeto de robótica e não conseguir entender como aquilo se conecta com a aula. Fazer é algo muito natural para a criança. Mas é preciso refletir sobre o que está fazendo.

Como?

Essa é a questão fundamental. Em vez de criar um robô, pode-se criar um laboratório de ciências para os experimentos. Mas não um laboratório para você pingar coisas num tubo de ensaio. É preciso criar algo complexo, usando sensores, computadores. Isso une o melhor dos dois mundos, tem o rigor investigativo da ciência e usa a tecnologia. Na verdade, é o que os cientistas fazem hoje em dia. Muita gente fala que devemos formar cientistas para o desenvolvimento do Brasil. Mas o laboratório moderno de pesquisa não tem aquele cara de branco fazendo fumaça, pingando ácido em um tubo de ensaio. É tudo informatizado, com modelos matemáticos. Se a gente realmente quer criar uma geração de cientistas para contribuir para o avanço tecnológico do Brasil, a gente tem de ensinar a ciência do século 21 e não a do século 19.

Mas dá para fazer isso com baixo custo, em escolas públicas?

Tem várias formas de fazer isso muito barato. Quando a gente começou a trabalhar com robótica, usava um kit que custava R$ 1 mil, ninguém queria brincar porque tinha medo de quebrar. Resolvemos criar uma placa barata, de código aberto, qualquer um pode baixar da internet e comprar componentes simples. É algo que você liga de um lado no computador e de outro em motores e sensores. Pode programar esses motores e sensores para fazer o que quiser.

Há pesquisadores que acreditam que o Orkut, o MSN e outras tecnologias atuais emburrecem. Como vê esse tipo de posicionamento?

Se as crianças ficarem à própria sorte com computadores, isso pode acontecer mesmo. A comunicação é da natureza humana. Se você deixar a criança sem nada além disso para fazer, ela pode passar horas e horas nisso. O problema é muito mais o que a gente deixa de colocar no computador das crianças e a dinâmica do uso dos computadores nas casas do que uma crise dos tempos modernos. É preciso colocar o computador na sala e não no quarto da criança, em um lugar privado. Você, ao mesmo tempo, sabe o que está acontecendo e cria um espaço comum para o computador. Além disso, do mesmo jeito que os pais vão para o futebol prestigiar os filhos, tem de fazer o mesmo virtualmente. Se o seu filho conseguiu terminar um jogo, valorize. As famílias também têm de ter projetos juntas no computador, como álbuns de foto, site com entrevistas dos avós, vídeos, fotos. É uma chance de resgatar no seu filho o gosto de criar e de aprender com a tecnologia.

Qual a sua opinião sobre educação a distância?

Há dez anos, quando começou a crescer o e-learning, havia uma idéia de que era uma coisa milagrosa e ia se fazer educação de qualidade, a baixo custo, superar distâncias enormes. Mas percebeu-se que educação consome tempo, precisa de recursos humanos. Educação não é acessar materiais educativos. Você tem de estar em contato com alguém que saiba mais do que você para aprender alguma coisa. O contato pode até ser virtual, mas para poder consumir os produtos de educação a distância é preciso ter o mínimo de formação. Ela só funciona para alguns tipos de conteúdo. Algumas escolas têm formas híbridas, com aulas presenciais e a distância, e acho que esse é o futuro. Nos EUA, muitas transmitem as aulas para os dormitórios dos alunos pela TV. Tem aluno que nem vai à aula, mas ele tem colegas presenciais e, se há dúvida, fala com o professor. Cada pessoa tem um estilo de aprender. O bom da educação a distância é que ela obriga os sistemas tradicionais a se adaptarem ao que as pessoas precisam. Essa diferença entre distância e presencial vai ficar cada vez mais tênue. Mas educação precisa de gente ensinando gente.

Como funciona seu modelo computacional para aprendizagem?

Na educação, as pessoas têm teorias diferentes sobre como as crianças aprendem. Então, você coloca sua idéia de como o aprendizado acontece em um modelo de computador. Isso pode ajudar a entender, por exemplo, se é melhor decorar a matéria ou ensinar com mais tempo. O que se cria é uma rede de conceitos de duas condições, uma delas transmitindo muito rapidamente e em mais quantidade e outra, em menor quantidade e com mais tempo para conexões. Em um sistema de ensino tradicional, o aluno só recebe informações e a rede não tem muito tempo para se organizar, então podem ter conexões erradas, mas haverá mais volume de informação. Em outra condição, com mais tempo, talvez a criança tenha menos informação, mas entenda melhor o contexto.

Você já usou esses modelos em sala de aula?

Estamos no estágio de recolher dados em sala de aula para os modelos. A idéia é que, no futuro, daqui cinco, dez anos, eles sejam parte dos treinamento de professores. Ele pensa se vai criar grupos grandes, pequenos, misturar alunos que sabem pouco com aqueles que sabem muito. Coloca os dados e o modelo fala quais as estratégias melhores. Do mesmo jeito que um economista, antes de implementar mudanças na economia do país ou comprar ações, vê o que vai acontecer. O professor também vai ter ferramentas para que possa simular o que vai acontecer na sala de aula. Não para substituir, mas para complementar o arcabouço de teorias.

Você já declarou que o avanço da tecnologia caminha com a evolução humana. O que quer dizer com isso?

Marshall McLuhan, um dos mais importantes teóricos da comunicação do século 20, diz que nós criamos tecnologias, e as tecnologias nos recriam. Pense em como a vida desmorona em apenas algumas horas quando falta energia elétrica. Descobrimos a eletricidade e ela nos recria como seres humanos, inventamos a internet e imediatamente ela reinventa a vida humana. Nós temos que pensar a escola como um organismo vivo e a tecnologia como um dos elementos dentro desse organismo, como o sangue correndo nas artérias. As escolas onde se faz o melhor uso de tecnologia não têm laboratório de informática isolado, a tecnologia está em toda parte.

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jun 20

e-Learning 2.0 e 3.0 existe? Existirá???

Pessoal,

Será que a colaboração total existe hoje em dia nos projetos de e-learning de nossas empresas? Melhor, será que já temos cursos rodando nos LMSs país afora que estimulam a colaboração? Eu, particularmente, conheço poucos projetos que se utilizam da Wikipedia, Digg, Twitter, Redes Sociais, etc…Não que estes sempre serão benéficos para um curso no contexto corporativo, mas o bom uso, direcionado, pode ser sim, muito interessante.

Assim, será que esses termos, Web 2.0, 3.0 fazem ou farão parte um dia da realidade dos projetos de e-learning nas empresas?

Para pensarmos a respeito, aproveito para compartilhar um vídeo, bastante revolucionário e anárquico por sinal, porém serve como reflexão do futuro.

Afinal, que vocês acham disso tudo?

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jun 20

WebQuests na Educação Corporativa

Muitas vezes ouvimos de vários executivos “Não tenho orçamento para e-learning” e por aí vai…Mas e como se consegue dinheiro para algo novo, que pouco se conhece os resultados? Provando que dá resultado, e não com exemplo dos outros, mas sim um Projeto Piloto na própria empresa. Ah, não tem dinheiro nem para isso. Vai dizer que então não tem como provar que e-learning pode dar certo na sua empresa? Balela, também!

Quer saber como começar um projeto de e-learning sem dinheiro?

Leia abaixo, então, mais um post do colega do Colaborativo.org:

Produzir material próprio para cursos a distância, pode ser um grande desafio técnico e financeiro para qualquer instituição de ensino. Esse tipo de material especializado consome grande quantidade de tempo na sua elaboração e dinheiro, na contratação de designers, ilustradores e profissionais de internet para deixar tudo configurado. Uma ótima maneira de evitar esse tipo de problema é investir no uso extensivo de WebQuests nas aulas a distância, principalmente para as instituições que aplicam o chamado ensino semipresencial. Mas afinal, o que é um WebQuest?

Em poucas palavras, um WebQuest é uma atividade de ensino que faz uso de recursos existentes na própria internet. Por exemplo, seria como se você fosse montar uma aula inteira, apenas com links apontando para recursos e materiais existentes na própria internet.

My Cyber Social Map

Claro que não é só direcionar os alunos para web sites, o WebQuest precisa ser meticulosamente preparado e planejado, para aproveitar os recursos existentes e construir uma seqüência de raciocínio lógica, para que os alunos entendam a importância e relevância dos materiais.

Quer montar um WebQuest? Siga essas recomendações para criar um WebQuest:

  • Se você selecionar um link existente na Web, anote tudo que o aluno precisa fazer no web site ou sistema, todos os links e partes do texto importantes para o aprendizado.
  • Crie um texto introdutório, explicando a importância do texto.
  • No texto introdutório, o ideal é criar um cenário para contextualizar a apresentação do conteúdo. Assim os alunos podem partir para a investigação dos conteúdos, fazendo uma analogia com o cenário apresentado na introdução.
  • Planeje o WebQuest em conjunto com uma atividade, que possa gerar algum tipo de discussão ou reflexão dos alunos. Geralmente as atividades que acompanham um WebQuest são sínteses, análises e fóruns para discutir os assuntos abordados.
  • Cuidado para não criar uma simples lista de tarefas na web, isso não é um WebQuest.

Claro que isso não é tudo, mas já é um ótimo começo para começar a trabalhar com WebQuests. Se você quiser saber mais sobre esse tipo de atividade, recomendo que você visite esse endereço, que apresenta várias dicas e guias para criar esse tipo de atividade, com o uso de material existente na internet.

E aí pessoal, não concordam que já dá para começar assim?

Imaginem quando tiver dinheiro, o quanto não se pode fazer e provar a aplicabilidade do e-learning na empresa?

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jun 20

Mapas Mentais na Educação Corporativa

Pessoal,

Antes de mais nada, o post definitivo sobre fatores críticos de sucesso na educação corporativa a distância, com o resultado da mais nova pesquisa no Brasil sai nas próximas semanas. Aguardem!!!

Enquanto isso, veja o post que o colega do Blog Colaborativo.org escreveu recentemente sobre Mapas Mentais.

Post do Colaborativo.org:

Antes de mais nada, o que são mapas mentais? Os chamados mapas mentais foram criados por um pesquisador australiano, chamado Tony Buzan, para maximizar o potencial criativo do cérebro. Ora, se o objetivo da técnica é potencializar a criatividade e estimular o cérebro, isso tem aplicação na educação. Como funciona? Tudo é baseado em uma espécie de diagrama, construído em volta de uma idéia central. A pessoa interessada no mapa mental posiciona a idéia no centro do papel e começa a puxar ramificações com subcategorias de informações, para organizar as idéias.

Veja um exemplo de um mapa mental:

6 Keys to Effective Learning - Mind Map

Já pensou apresentar a ementa de um curso assim? Ou quem sabe os assuntos necessários para ensinar um determinado conteúdo?

Pode parecer utópico, mas isso tem aplicações na área da educação e na criação de material. Quando você está planejando um curso ou apresentação, geralmente acaba tentando colocar os assuntos “no papel” de maneira linear. Com os mapas mentais, podemos visualizar os assuntos e conteúdos de maneira mais ampla. Estou tentando organizar as idéias dos cursos que planejo, usando mapas mentais e o resultado está sendo muito bom.

Quer tentar fazer um? Seria pretensão minha tentar ensinar a técnica completa em apenas um artigo, mas posso passar algumas dicas, retiradas de um vídeo do próprio Tony Buzan:

  • Sempre comece com uma folha em branco, em que a idéia principal deve ser posicionada em destaque no centro da folha
  • Comece as ramificações, fazendo as linhas com mais espessura e depois vá diminuindo até chegar às extremidades.
  • Escreva sobre as ramificações
  • Use linhas curvas para as ramificações, elas chamam mais a atenção que linhas retas
  • Tente usar o máximo de cores, para segmentar as ramificações. Assim fica mais fácil para visualizar as informações
  • Se for possível associe imagens às ramificações do mapa mental, ficará ainda mais fácil de identificar os assuntos.

Uma última recomendação, essa é pessoal, faça os seus mapas mentais no papel! Sim, apesar de ser adepto de tecnologia e tudo mais, fazer esse tipo de ilustração e plano no papel, me pareceu muito mais proveitoso que diagramar tudo no computador.

Mind Maps - This is where I've been

Para saber mais sobre a técnica, recomendo uma visita ao instituto Buzan, que é o centro de informações sobre esses mapas mentais.

Recomendo e incentivo os colegas professores e profissionais da educação a tentar usar essa metodologia, no design e desenvolvimento de material instrucional. Você verá a melhoria na performance dos seus projetos. Assim que tiver mais informações e exemplos eu publico aqui.

E aí pessoal, que acham a respeito da aplicação na educação corporativa?

Acredito que ainda temos muito a aprimorar nossos processos de design instrucional. Novas técnicas e métodos, acredito eu, serão sempre um acréscimo.

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jun 11

Fatores Críticos de Sucesso em e-Learning (Continuação)

Pessoal,

Lembram da nossa discussão acerca dos fatores determinantes do sucesso em e-learning? Pois bem, esse é um assunto polêmico, intrigante e ainda bastante incipiente, conforme já comentado anteriormente.

Assim, dentro desse contexto, eu, particularmente, propus avançar um pouco mais e estudar o caso de uma empresa que vem aparentemente implementando um case sólido de e-learning com base nas teorias que vinham se destacando na análise corporativa do uso da ferramenta (vide Joia, Professor da FGV nos posts anteriores).

E a que conclusão cheguei após os dados consolidados?

Por enquanto, vou deixar no suspense…

Tema para vários posts…em breve…

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