set 29

A revolução da colaboração online

A reportagem da Revista Exame do dia 24/09 (reportagem aqui) é a síntese do que podemos ver pela frente num horizonte de 5 a 10 anos ou menos, haja vista a evolução da internet e das TICs (Tecnologias da Informação e Comunicação).

Fundamentada no Case da Cisco Systems, do lendário John Chambers, que outrora já havia profetizado acerca de outras tecnologias. É famosa a frase do CEO e presidente de que a próxima grande aplicação para a internet será a educação. “A educação na internet será tão importante que fará o uso do e-mail parecer um erro de cálculo”, profetizou ele anos atrás numa palestra. Internamente, o entusiasmo de Chambers se traduz numa estrutura de treinamento gigantesca, capaz de atingir 100% dos seus trabalhadores. “O e-learning é usado até na integração dos novos funcionários”, afirmou Maurício Russo, outrora gerente de desenvolvimento de soluções da Cisco do Brasil.

Tom Kelly, na época vice-presidente mundial de treinamento da Cisco, resumiu de forma brilhante o descompasso entre as necessidades das corporações e o treinamento tradicional numa entrevista à revista Fast Company. “Se é necessário ensinar 100 pessoas sobre um assunto, é possível treinar 25 pessoas numa sala de aula de cada vez e repetir o curso quatro vezes. Mas se você precisa treinar 3000 pessoas a cada sessenta dias sobre um novo produto, uma nova tecnologia ou um novo mercado, não há como a sala de aula funcionar.”

Constatação como essa levou a Cisco a investir pesado em e-learning, tanto como usuária quanto como fornecedora de soluções e incentivadora. Entretanto a Cisco vem profetizando, principalmente através do seu lendário CEO, uma nova revolução. A empresa que nos primeiros meses do ano 2000, em meio a centenas de ponto-com que surgiam diariamente, conseguiu traduzir em números concretos tudo o que a internet poderia render em negócios. Não se tratava de nenhuma start-up com planos revolucionários sobre o mundo online ou algum site de comércio eletrônico que crescera vertiginosamente na onda da bolha. O exemplo veio de uma empresa de infra-estrutura de redes. No fim do pregão de 24 de março, uma sexta-feira, a Cisco Systems, fabricante de equipamentos de telecomunicações, comemorava uma façanha: havia desbancado a Microsoft como companhia mais valiosa do mundo, chegando a um valor de mercado de 555 bilhões de dólares. O que chamava a atenção na ocasião, além das cifras, era a forma como a empresa tinha chegado até elas. A Cisco quase quintuplicou de tamanho entre os anos de 1996 e 2000. Passou de 4 bilhões para mais de 18 bilhões de dólares de faturamento, apresentando a si mesma como caso de sucesso da revolução digital. Foi uma das pioneiras na adoção da intranet, ferramenta que reduziu em 50% o número de funcionários de recursos humanos, e também encabeçou a migração das relações entre empresas para o mundo online para cortar custos e ganhar agilidade. As experiências da Cisco foram fonte de inspiração para todo e qualquer tipo de negócio e fizeram disparar as vendas de roteadores e switches, fundamentais para a conexão à internet.

E, então, desfez-se a bolha. A Cisco e todo o setor de tecnologia caíram na real na mesma velocidade vertiginosa com que chegaram ao topo.

Agora, quase uma década depois, a tal revolução que a empresa vem profetizando é a revolução da colaboração online como ferramenta estratégica para o sucesso das empresas desse novo milênio. “Estamos falando de comunidades”, disse a EXAME John Chambers, presidente da Cisco. “Elas surgiram com as comunidades virtuais freqüentadas especialmente pelos jovens.”

Dentre as novidades no dia-a-dia da Cisco que poderão ser vistas em outras empresas como alavancador da produtividade, podemos citar:

Integração online

Sistemas colaborativos apóiam a interação na Cisco. Conheça alguns deles

CISCOPEDIA
Enciclopédia virtual inspirada na Wikipedia, permite a seleção, a publicação e o cruzamento de textos e conteúdos relevantes aos projetos da empresa

CVISION
Ferramenta de publicação de vídeos, fotos e videoblogs, nos moldes do YouTube, pode ser usada para transmitir treinamentos, antes feitos presencialmente

WIKIS
Divididos por temas, servem de plataforma virtual de distribuição de tarefas e fórum de discussão para grupos de trabalho com membros em todo o mundo

Outras grandes corporações já caminham nessa direção, entre elas a gigante Procter & Gamble, que tem como meta ser a empresa mais colaborativa do mundo. Segundo Dave Ubachs, diretor de soluções de informação da Procter, o objetivo é fazer com que mais da metade das idéias de novos produtos venha de fora da empresa. Para isso, tecnologias colaborativas são fundamentais. Não apenas para receber contribuições de fora mas também para promover a troca interna de idéias, segundo Jeff DeGraff, professor de gestão da Universidade de Michigan. A aplicação corporativa das tecnologias de colaboração é um bom exemplo, especialmente porque teve inspiração em sistemas voltados para usuários finais, como MySpace e YouTube. “A incorporação das tecnologias da web 2.0 é apenas o primeiro passo nas companhias. A chave está em criar comunidades sustentáveis de praticantes”, afirma DeGraff. Em outras palavras: de nada adianta ter o software se as pessoas não o utilizarem.

O exemplo da Cisco mostra que a cultura da interação colaborativa já deixou de ser uma opção. Grupos interdisciplinares têm sido formados em várias regiões do mundo para discutir, via telepresença ou por wikis, questões de negócios e o papel da empresa perante a sociedade. À participação de cada diretor ou vice-presidente envolvido em tais projetos colaborativos será atribuída uma espécie de nota de avaliação, que tem impacto direto nos rendimentos variáveis. “Esse é um exemplo de como a colaboração poderá mudar os controles tradicionais e os modelos de remuneração das empresas”, diz Ripper.

Embora as tendências indiquem que a colaboração de fato deve crescer, a adoção desses sistemas não tem sido uniforme em todas as regiões do mundo. Companhias americanas e européias estão na dianteira de projetos de grande porte, como a Boeing, que utiliza wikis para o desenvolvimento de sua aeronave 7E7, e também a Siemens, que aposta na ferramenta para interagir com acadêmicos e fornecedores. O Brasil não deverá ver tão cedo projetos avançados nesse sentido, na avaliação da Cisco Brasil. Segundo o presidente da subsidiária local, o país tende a começar a adotar tecnologias que já existem no mercado há algum tempo, como a convergência das várias redes de comunicação — fixa, móvel e de dados — em um único sistema.

Popularidade: 77% Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor - GSI Online.
set 26

Educação a Distãncia, a Geração Y e o relógio

Pessoal,

Lendo o blog da Jacqueline Sobral, encontrei um artigo muito interessante que aqui compartilho com vocês. Amanhã tem novo post sobre a aprendizagem coletiva e colaboração online.

Cerca de 75% das pessoas com menos de 25 anos nunca usaram e nem vão usar relógio. E sabe por quê? Porque não faz sentido carregar um tic-tac no pulso quando a mesma informação está disponível no seu celular que você carrega no bolso.

Esse dado foi apresentado por Jeff Borden, diretor da Academia de Treinamento e Consulta da eCollege, projeto de EAD da editora Pearson, durante o 14º Congresso Internacional ABED de Educação a Distância, que está sendo realizado em Santos, São Paulo (onde me encontro neste exato momento).

A apresentação dele foi toda baseada no que os estudantes de hoje esperam da educação a distância. Para explorar o tema, ele falou muito sobre como se comportam os jovens de hoje em dia. Jeff citou a diferença que existe entre as gerações:

- Os meus avós aprendiam com os livros e em sala de aula. Os meus pais, da geração baby boomers, aprenderam também com o rádio, com a TV e com os trabalhos em grupo. A geração X, a qual eu pertenço, se acostumou a utilizar jogos e simulações para aprender. Já os jovens de hoje de até 24 anos são os millennials, também conhecidos como “geração Y”, que funcionam de uma forma totalmente diferente: aprendem e querem aprender just in time, não só com sua família e seus professores, mas com seus amigos e com o mundo inteiro por intermédio da Web 2.0.

Os jovens de hoje fazem mil coisas ao mesmo tempo - falam ao celular, respondem mensagens no MSN, assistem à TV e brincam com o cachorro - e o seu habitat natural inclui jogos tridimensionais e interativos. Olha, não tenho mais 24 anos, mas muitas vezes me pego fazendo a mesma coisa por pura falta de opção.

No entanto, confesso que já um choque de geração sim entre mim e esse povo mais novo. Eu, esta jornalista que vos fala, beirando os 30 anos, olho para algumas novidades mostradas neste congresso e me assusto. Agora mesmo, quando estava voltando do almoço, me deparei com uma moça que apresentava em um telão imenso no meio do corredor como é maravilhoso fazer um curso dentro de um Second Life desses da vida (assim como MSN não é o único programa de mensagens instantâneas, o Second Life também não é). Tem até PISCINA no pilotis da “universidade virtual”. Esquisito…. Fiquei me perguntando “E que curso é esse? Qual é o conteúdo? Quem são os professores?” Mas, enfim, talvez seja mesmo uma questão de costume.

Claro que a tecnologia é um meio e não o fim, e não adianta nada investir na sala de aula virtual mais linda e moderna do mundo, se o conteúdo oferecido ao aluno não for de qualidade. Jeff deu um exemplo engraçado para mostrar que nem sempre as ferramentas tecnológicas de fato ajudam:

Antes de iniciar sua palestra, o educador contou, em tom de brincadeira, que, graças a um serviço gratuito que veio com seu ipod phone, ele aprendeu algumas frases em português “úteis” para usar no Brasil: “Como faço para chegar à Lisboa?” e “Estou grávida.” É… Útil, não!?

Cabe citar aqui a declaração do educador Paulo Freire, repetida pelo secretário de Educação a Distância do MEC, Carlos Bielchowsky, no congresso: “O saber não é algo que se deposita no indivíduo como uma conta bancária.” Faço uma adaptação à frase e digo: “O saber não é algo que vem automaticamente com a tecnologia.”

Diz aí: você AINDA usa relógio?

Popularidade: 64% Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor - GSI Online.
set 18

Os sete pecados capitais da Educação a Distância

Lendo a cobertura da Assessora de Imprensa da FGV Online, Jacqueline Sobral, que também tem um blog bem interessante (Blog Jacqueline Sobral), a respeito do 14º Congresso Internacional de Educação a Distância, achei uma reportagem bem legal que compartilho aqui com vocês:

Os sete pecados capitais da Educação a Distância

Em todas as áreas do conhecimento existem algumas idéias e impressões que, mesmo equivocadas, vão sendo transmitidas e repetidas como verdades. Com a Educação a Distância, esse costume não seria diferente. Exemplos:

“É mais fácil estudar em um curso a distância do que em um presencial.”

“A tecnologia é o fim e não o meio.”

“O professor escreve tão bem quanto fala.”

A coordenadora de produção do FGV Online, Maristela Rivera, mostrou que essas afirmações não são verdadeiras. Durante o 14º Congresso Internacional ABED de Educação a Distância, ela ministrou a palestra Os Sete Pecados Capitais do Ensino a Distância, cujo conteúdo foi desenvolvido por ela e pela coordenadora pedagógica do FGV Online, Elizabeth Silveira.

Em sua apresentação, Maristela fez os seguintes comentários sobre as três afirmações acima:

A idéia de que o aluno é sozinho e livre no ambiente da educação a distância é falsa. Ele tem um cronograma de atividades a seguir, é obrigado a escrever e a ler muito mais do que no ensino presencial e o seu processo de aprendizagem ocorre sempre por intermédio da interação com outros alunos.

O conhecimento não é construído a partir da tecnologia em si e sim na troca permitida com as ferramentas. O foco está nos processos cognitivos inerentes à aprendizagem.

O professor-tutor tem características, especificidades e habilidades diferentes de um professor do ensino presencial. Por isso, é importante a capacitação e a preparação desse profissional.

Fonte: Jacqueline Sobral / Assessoria de Imprensa - FGV Online

Popularidade: 56% Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor - GSI Online.
set 15

A cultura de e-learning (EaD) do Unibanco

Dando continuidade à exposição dos cases de empresas que têm projetos de e-learning de sucesso, vamos falar do Case do Unibanco, o quarto maior banco do Brasil.

Como os próprios gestores do projeto intitularam o seu Case, “A cultura de e-learning do Unibanco”, fica bem claro, que após alguns anos eles mesmos creditam ao projeto o “selo” do sucesso, ou seja, a equipe gestora do e-learning no Unibanco já conseguiu imprimir a cultura de educação continuada via internet na empresa.

Assim, dado o desafio de uma organização extremamente dinâmica, dinamicidade essa inerente ao mercado financeiro, espalhada por todo o Brasil em mais de 750 agências e 500 pontos da Fininvest, o projeto de e-learning surgiu sob as seguintes bases:

  • Aumentar a capacidade intelectual dos colaboradores e propiciar melhores possibilidades profissionais;
  • Desenvolver as competências estratégicas do conglomerado Unibanco;
  • Promover o ensino a distância, o autodesenvolvimento e a mudança de cultura organizacional;
  • Racionalizar os investimentos em treinamento;
  • Contribuir para o atingimento das metas do negócio.

E qual a situação do projeto atualmente, quantitativamente falando? A figura abaixo resume claramente.

Realmente, os números do projeto fazem do Case superlativo dentre os seus pares nacionais. Justamente por isso, inicialmente o projeto foi abortado e retomado numa estratégia totalmente remodelada que resultou nos números que aqui falamos.

Mas e quais as principais evidências após a implementação do projeto?

A principal, e que já falamos, é que o e-Learning tornou-se uma realidade dentro daorganização, alinhado às estratégias do grupo, o que sabidamente é um dos pilares do sucesso do e-learning, ou seja, se o treinamento via internet não é assimilado por todos na organização como mais uma ferramenta para suporte ao trabalho, dificilmente teremos resultados satisfatórios nas métricas de negócio.

Além disso, citam-se alguns fatos relevantes abaixo:

  • EaD representou uma revolução no aprendizado;
  • Integração com presenciais auxiliou na disseminação da cultura de e-learning;
  • Gerenciamento do conhecimento: relatórios de acompanhamento, verificação de indicadores e efetividade;

E o que vale destacarmos desse 3 itens? A importância das métricas como forma de mensurar o sucesso do projeto e a importância de se colocar o e-learning dentro de uma estratégia mais ampla de educação corporativa, portanto, que inclua o treinamento presencial, estratégia comprovadamente de sucesso.

Abaixo, uma idéia do Portal de Treinamento Online do Unibanco:

O Unibanco, mais que uma estratégia de e-learning, conseguiu criar uma cultura de Gestão do Conhecimento, através do uso da ferramenta de e-learning como um grande repositório do conhecimento organizacional Unibanco, algo visado por muitas empresas.

E tudo isso ocorreu satisfatoriamente devido à credibilidade da ferramenta, impacto direto nos negócios e pela relação custo/benefício presencial x e-learning.

Portanto, fica claro que um projeto bem planejado, alinhado ao negócio da empresa, dificilmente tem insucesso.

Amanhã, coloco mais alguns detalhes, mas compartilho ainda algumas telas dos cursos do e-learning do Unibanco.

Popularidade: 61% Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor - GSI Online.
set 5

Case HP Training Center

Há algum tempo tinha comentado que iria continuar com o relato de cases que assisti no e-Learning Brasil. Dessa forma, apesar da demora, volto aqui com o Case do Training Center da HP. A lendária empresa do Vale do Silício, que faturou mais de 100 bilhões de dólares em 2007, com uma estrutura de mais de 156.000 funcionários ao redor do mundo, tem um case bem interessante.

E quais foram os motivos do surgimento do HP Training Center?

Resumo alguns deles abaixo, citados por Sheila Oliveira, Gerente de Trade Marketing e Treinamento da HP Brasil:

• Para complementar os treinamentos presenciais, criando uma estratégia de Blended Learning;
• Para facilitar a aprendizagem de seus representantes de vendas no Brasil e na América Latina;
• Para promover a inter-relação entre a comunidade de representantes de vendas da HP;
• Para que os vendedores de soluções HP fiquem atualizados sobre os produtos e tecnologias HP no
menor tempo e custo;
• Para medir a eficiência e eficácia do programa de treinamento entre os usuários de variados perfis e
de todos os países da América Latina.

Assim, segundo Sheila, O HPTC (HP Training Center) surgiu com o objetivo principal de oferecer ferramentas úteis para o treinamento focado em vendas para os representantes de vendas da HP no Brasil e na América Latina.

Dado o contexto de cerca de 5.000 revendas/distribuidores, além de 3.000 pontos de venda no varejo, era necessária uma ferramenta para dar suporte de treinamento a toda essa rede, ou seja, a proporção da atuação da HP demandava urgentemente uma solução.

Assim, com a implementação do e-learning, a HP obteve os seguintes benefícios:

Benefícios para a HP
• Treinar um grande número vendedores de forma rápida, homogênea e efetiva;
• Facilitar e padronizar os processos de treinamentos;
• Reduzir os custos do treinamento presencial;
• Personalizar o conteúdo, os cursos, as promoções, os banners; por perfil, por cadeia de loja, por grupo,
etc;
• Gestão de treinamento: relatórios on-line para medir resultados continuamente.

E quais os resultados do HPTC colhidos até então?

As figuras abaixo, ilustram claramente o sucesso da iniciativa de e-learning da HP.

Popularidade: 58% Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor - GSI Online.
set 5

GSI participa de Congresso sobre Qualidade Total

A GSI Online participou como expositora do 17º Congresso Estadual para a Qualidade Total e 22º Congresso Estadual de CCQ, promovidos pelo nosso cliente, Associação Gáucha para a Qualidade.

O evento que teve como tema: “Sustentabilidade: Ações e reações no mundo em transformação”, alcançou seus objetivos e agregou com informação e integração, através das palestras e cases.

A presença nesse evento contemplou o alinhamento da estratégia da GSI em torno das empresas que estão no movimento da Qualidade Total, uma vez que a GSI já trabalha com uma das principais entidades do setor, a já referida AGQ, além de uma parceria com o portal Escola da Qualidade em torno do Mapa da Qualidade no Brasil, que deve atingir 25.000 organizações.

Bruno Weiblen e Rodrigo Madeira, Gerentes de Vendas - GSI Online

Popularidade: 41% Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor - GSI Online.
set 2

Googlezilla

Pois é, o Google confirmou que está entrando no setor de navegadores de internet. Vai lançar o seu agora, vai se chamar Chrome.

O browser de código aberto teve sua versão beta lançada hoje em mais de 100 países.

“Como a página clássica do Google, o Chrome é rápido e limpo” afirmaram o vice-presidente de gerenciamento de produtos Sundar Pichai e o diretor de engenharia Linus Upson, em post no blog oficial da empresa.

É pessoal, essa notícia pode passar assim, leve e tranquila por muitos, mas quem lida com internet e programas web, como nossos LMS`s, tem que ficar ligado pois esse navegador pode tomar o mesmo rumo da maioria dos serviços do Google e se tornar líder! Mais um navegador para fazer rodar nossos treinamentos… :-)

Mas o mais interessante de toda essa movimentação foi a forma como eles lançaram ao público o seu navegador. Eles criaram uma história em quadrinhos onde os próprios funcionários do Google explicam como funciona o browser, quais suas vantagens, como ele foi programado e estruturado, entre outras coisas. Vale a pena ver!

Quem quiser saber mais sobre o assunto pode ler a notícia que saiu no IDG Now!.

Popularidade: 32% Postado por Pavlos Dias - Sócio-Diretor - GSI Online.