out 29

Jogos de Negócios (Business Games)

Lendo o Blog ResultsON, vi um post interessante sobre um assunto que acredito que irá crescer muito: jogos de negócios ou business games. Eles podem ser usados tanto para atrair jovens ao mundo dos negócios quanto para estimular a aprendizagem através do lúdico com resultados impressionantes. Esses simuladores corporativos, tema já comentado no ResultsON (post) são uma espécie de The Sims, onde em vez de salvar o mundo ou se tornar um rockstar, sua missão principal é fechar o ano no azul. Aí vão três deles bem bacanas.

Industry Masters - O mais legal desse game é a característica multiplayer, que permite competir com jogadores reais, de vários lugares do mundo. Os gráficos também são bem feitos, mas é necesário uma certa familiaridade (e paciência) para lidar com planilhas de investimento e tabelas de fluxo de caixa.

JA Titan - Tem uma história futurista meio bizarra. Aqui você é o dono de uma startup pra lá do ano 2300,disputando um lugar na concorrida indústria de geradores de holgrama. Os gráficos em flash são meio toscos, mas a jogabilidade é rápida e simples. Para quem não está disposto a perder muito tempo na frente do computador

Starpeace Online - Achei esse o mais legal de todos. Tem uma plataforma bastante parecida com a do Sim City, com gráficos criativos. O objetivo do game é abrir uma empresa do zero, em um planeta distante, para dominar a indústria e povoar a nova Terra com suas fábricas e funcionários. Meio megalomaníaco, não? Mas qual empreendedor nunca achou que ia dominar o mundo?

E ainda temos um brasileiro bem interessante, chamado Ottomax. Vale a pena conferir. Parte do futuro do e-learning está aí.

Popularidade: 70% Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor - GSI Online.
out 23

O papel do designer instrucional no e-learning

Pessoal,

Navegando pela web, encontrei um artigo publicado no Webinsider bem interessante sobre design instrucional, elemento esse, chave do sucesso dos conteúdos e-learning.

O papel do designer instrucional no e-learning

O design instrucional é a ligação entre a teoria de aprendizagem e a prática educacional e pedagógica. As teorias são a base, o designer instrucional o meio e a tecnologia funciona como suporte da prática.

Por Ricardo Carvalho

Empenhado e convicto de que a união da tecnologia com a educação só trará bons frutos para nossa sociedade, vejo na democratização da informação e da tecnologia um futuro de oportunidades iguais.

No artigo anterior, comentei sobre o educador no papel de roteirista e diretor criador do storyboard, nosso roteiro para cursos online. Conforme citei, quero apresentar o designer instrucional responsável pelo storyboard no e-learning.

Vamos considerar que o designer instrucional durante a criação do stroryboard tem o propósito de construir uma estrutura que fragmente o conteúdo em porções que possam ser transmitidas facilmente. Ou seja, aplicar didática.

Diferente do educar, o instruir permite o estudo com ou sem a presença do professor/orientador. Instrução é um processo de ensino/aprendizagem planejado para atingir objetivos específicos e pré-determinados. Instruir é mais do que informar; é orientar de forma que as necessidades do indivíduo sejam supridas, aplicar a prática e apresentar um retorno (feedback).

Vamos começar:

  • 1) Análise das necessidades, do suporte ou mídia (mp3, CD, internet) e definição do objetivo;
  • 2) Definição dos objetivos, seleção das estratégias e fixação do cronograma;
  • 3) Desenvolvimento, criação ou adaptação de material;
  • 4) Implementação e
  • 5) Avaliação sobre a eficiência. Esse passo pode ser responsável por melhorias e principalmente pela continuidade do trabalho.

Um pouco da história: por volta de 1890, Thorndike conduzia as primeiras investigações sobre o fenômeno da aprendizagem humana e durante seus estudos formulou a teoria Conexionista, segundo a qual a aprendizagem equivale ao estabelecimento de conexões entre estímulos e respostas.

Em 1950, Bloom formulou a Taxonomia, que influencia ainda mais o modelo atual de design instrucional, onde criou uma linguagem comum e padronizada para identificar e classificar as atividades educacionais. Os seis níveis definidos por Bloom estão divididos em abstratos (avaliação, síntese, análise) e concretos (aplicação, compreensão e aquisição de conhecimentos). Muito parecido com modelo que citei no inicio do artigo e válido na maioria das empresas.

Mas foi em 1965, que Robert Gagné publicou The Conditions of Learning, no qual descreveu cinco tipos de resultados de aprendizagem:

  • Informação verbal;
  • Habilidades intelectuais;
  • Habilidades psicomotoras;
  • Atitudes e estratégias cognitivas.

Para quem anotou esse nome, aqui estamos retomando sua importância e influência.

Gagné descreveu mais nove eventos:

  • 1) Estimular a atenção;
  • 2) Informar aos alunos os objetivos;
  • 3) Estimular a recuperação de pré-requisitos;
  • 4) Apresentar o material de estímulo;
  • 5) Proporcionar ajudas pedagógicas (guiar a aprendizagem);
  • 6) Elicitar a execução (fazer a aprendizagem acontecer);
  • 7) Propiciar retroalimentação informativa;
  • 8) Avaliar a execução e
  • 9) Promover a retenção e a transferência.

Devemos encarar esses parâmetros como metas em nosso storyboard.

O item sete conduziu Skinner, 1950 e 1960, dentro do movimento da instrução programada, a contribuir para a formulação e/ou renovação dos padrões inserindo o “feedback” imediato, o que fazemos hoje com programação no curso online.

O AIDA, de Advanced Instrucional Design Advisor, é patrocinado pela Força Aérea dos Estados Unidos, um dos principais usuários de treinamentos via computadores (ou CBT, de Computer Based Trainning) – do mundo.

As Forças Armadas do Brasil e órgãos do governo também utilizam CBTs. AIDA reúne uma equipe de especialistas nas áreas de psicologia cognitiva, inteligência artificial, sistemas de computadores e design instrucional, formada por Robert Gagné, Henry Hallf, David Merril, Robert Tennyson, Harry O’Neil, Martha Polson e Charles Reigeluth, entre outros. Os interessados aqui encontram nomes que reforçam as possibilidades e conhecimentos da área e podem comprovar a importância de um time multidisciplinar com um único propósito.

A justificativa para criar essa equipe foi automatizar o processo do design instrucional (já havia planos e métodos de ensino aplicados em mídia gráfica, radiofônica e televisiva), para torná-lo mais eficaz e aplicá-los nos CBTs (na época novos e sem referências). Anos depois notamos que pouca coisa mudou e os critérios definidos no passado aplicam-se tranqüilamente sem restrições, apenas devemos sempre colocar em contexto a nossa realidade.

O resultado foi o seguinte modelo criado pelo AIDA:

  • Informação sobre os alunos, o ambiente e as tarefas;
  • Informação quanto ao conteúdo;
  • Executivo AIDA;
  • Componente das estratégias;
  • Mecanismo de disponibilização e componente de avaliação.

A evolução desse modelo se dá na contextualização e na aplicação das estratégias e teorias instrucionais citadas também no artigo anterior.

O design instrucional é a ligação entre a teoria de aprendizagem e a prática educacional e pedagógica, o que conhecemos como didática e são equivalentes. As teorias são a base, o designer instrucional o meio e a tecnologia funciona como suporte da prática.

Ainda temos muito para conhecer e explorar. Por exemplo: algumas escolas possuem rádios internas. Alguém conhece um exemplo? Esse assunto merece atenção também.

Em nosso próximo encontro vamos comentar sobre tecnologias de apoio, ferramentas de autoria, dicas e mais orientações para por a mão na massa… [Webinsider]

Sobre o autor

Ricardo Alves de Carvalho (r.carvalho@uol.com.br) é designer, coordenador de desenvolvimento web, professor e especialista em ensino a distância.

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out 23

SICREDI é Top Ser Humano 2008

Pessoal,

Hoje compartilho com vocês uma reportagem a respeito do Case de e-Learning do SICREDI, Sistema Cooperativo de Crédito (um dos clientes da GSI Online), que recentemente foi premiado pela ABRH-RS

A reportagem saiu originalmente no Jornal do Commércio de Porto Alegre.

O Sicredi conquistou o prêmio Top Ser Humano 2008 - Categoria Empresa, promovido pela Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH-RS), com case de educação à distância pela internet: o SICREDI @prende.

Já em sua 16ª edição, o prêmio reconhece organizações e profissionais que se destacam na valorização das pessoas. A cerimônia de premiação foi realizada no dia 01 de outubro, no Grêmio Náutico União, em Porto Alegre (RS).

Em apenas dois anos, a solução de e-learning adotada pelo SICREDI consolidou-se como importante instrumento para atender aos crescentes desafios de treinamento e de desenvolvimento na organização, conferindo agilidade, abrangência, economia e principalmente qualidade e padronização necessárias para o desenvolvimento profissional dos colaboradores.

Desde a implementação do SICREDI @prende, foram realizados 76 treinamentos em diferentes áreas que contribuíram para o aperfeiçoamento de um contingente de mais de dez mil colaboradores dispersos em dez estados brasileiros.

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out 16

Using social media

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out 7

Recursos Educativos Abertos (Objetos de Aprendizagem) para Cursos de Gestão: ensinamentos

O uso dos Objetos de Aprendizagem Abertos ou Recursos Educativos Abertos é uma tendência na educação como um todo. No Brasil, o grande case é o Rived, iniciativa do Ministério da Educação e que coloca o Brasil na ponta em termos de desenvolvimento em educação a distância (e-learning) na América Latina.

Da mesma forma, o uso desses recursos internamente nas empresas pode ser de extrema valia. A fim de compartilhar um estudo europeu sobre o tema, reproduzo abaixo o artigo publicado originalmente no Portal e-Learning Papers, parte integrante do Portal e-Learning Europa.

Autor
Cécile Rébillard, e-learning project manager, Grenoble Ecole de Management
Jean-Philippe Rennard, Professor, Grenoble Ecole de Management
Marc Humbert, Professor, Grenoble Ecole de Management

Os “movimentos abertos” têm vindo a adquirir importância crescente em várias áreas. Neste artigo interessa-nos especialmente o caso dos Recursos Educativos Abertos (REA) e mais especificamente o seu uso nos Cursos de Gestão.

Em primeiro lugar apresentamos os resultados dum estudo exploratório de dois anos sobre o conhecimento, a experiência e a percepção que o mundo académico tem dos REA concentrando-nos particularmente no Curso de Gestão. Até então este era um tema ainda por estudar e os nossos resultados foram interessantes enquanto primeiro passo para a compreensão do fenómeno. Chamámos a atenção para as principais motivações e obstáculos à produção e à utilização dos REA e assinalámos diferenças significativas entre a faculdade de Economia/Gestão e as “outras”, estando a primeira menos a par do que as segundas.

Passamos em seguida a descrever a nossa experiência com os REA na “Ecole de Management” de Grenoble. No final do nosso estudo em 2006, decidimos lançar uma iniciativa de REA na Escola de Comércio e desenvolver o nosso sítio OpenCim com o objectivo de fornecer Recursos Educativos Abertos para os Cursos de Gestão. Deliberadamente escolhemos recursos em língua francesa para irmos ao encontro da comunidade académica francófona (docentes e discentes).

Até agora esta iniciativa foi muito bem sucedida. Reunimos um elevado número de leitores muito satisfeitos, entre os quais muitos africanos. Além disso, a reacção dos produtores (da faculdade participante) é, também ela, excelente, e pensamos ter ultrapassado os principais obstáculos identificados há dois anos.

Para ler na íntegra, clique aqui para fazer o download do artigo completo.

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out 5

Recomendação de leitura: Mapas mentais e sua elaboração

Pessoal,

Abaixo compartilho um post do amigo do Colaborativo.org, Allan Brito, sobre Mapas Mentais, um assunto muitíssimo interessante para educação com um todo, mais ainda em educação a distância (e-learning).

De vez em quando falo aqui no blog dos mapas mentais e como eles me ajudam na organização de conteúdos educacionais e no planejamento, de alguns projetos. Tudo o que sei sobre esses mapas mentais, aprendi com pesquisas na internet e analisando outros mapas mentais, produzidos por outras pessoas. Pouco tempo depois que comecei a usar essa incrível técnica de estudo e planejamento, descobri que o autor do conceito por trás dos mapas mentais, Tony Buzan tinha um livro explicando todo o processo.

No mês passado, encontrei o livro para venda pela internet e resolvi comprá-lo para tentar aprender um pouco mais sobre o funcionamento dos mapas mentais e desenvolver melhor os materiais educacionais, em que estou constantemente envolvido.

Livro - Mapas Mentais

Na última semana recebi o livro e em pouco mais de dois dias consegui terminar a leitura. Como sei que muitas pessoas podem ter interesse em saber mais sobre o assunto, resolve escrever uma pequena análise sobre ele.

O livro se chama Mapas Mentais e sua elaboração, que é um ótimo guia para as pessoas que não conhecem os mapas mentais e querem ser apresentados ao seu conceito e funcionamento.

Uma coisa que me chamou a atenção no livro, foi a motivação do autor em estudar e elaborar esse sistema; seus problemas de aprendizado na infância. Isso me chamou a atenção! O motivo é obvio para quem trabalha com educação; a maioria dos professores precisa lidar com graves problemas de aprendizado hoje, em instituições e cursos de todos os níveis. Até mesmo professores de nível universitário, precisam enfrentar problemas de aprendizagem e de interpretação de texto.

Livro - Mapas Mentais

O uso dos mapas mentais como técnica para o aprendizado usa um dos aspectos mais fortes da nossa sociedade, para ajudar na memorização, que é a imagem. Claro que isso não resolve todos os problemas, como a interpretação de texto e ortografia dos alunos, mas serve como incentivo para que eles tenham maior dedicação aos estudos.

O livro é curto, barato e muito bem ilustrado! Como já estamos chegando ao final de mais um ano, esse item muito provavelmente será parte da minha lista de presentes, para todas as pedagogas que trabalham aqui na faculdade. Acredito que o conhecimento desse tipo de técnica é fundamental para todos que trabalham com educação, ou mesmo para quem quiser potencializar o aprendizado, em qualquer nível e assunto.

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out 3

Consolidação do mercado de e-learning no exterior

O rebuliço anda quente no mercado de e-learning no exterior. Duas empresas anunciaram fatos extremamente relevantes ao mercado.  A britânica Futuremedia, que tem em seu portifólio empresas como Unilever e Virgin Atlantic Airlines, anunciou a venda de sua divisão de e-learning para o Edvantage Group que tem clientes mundiais como Yara e Siemens. Isso mostra a velocidade e intensidade de consolidação do mercado, que está num nível de maturidade muito a frente do Brasil e toda a América Latina.

O outro movimento do mercado aconteceu na Ásia, onde a NetDimensions (empresa britânica, também), comprou 25% da Peak Pacific, uma das empresas pioneiras em e-learning na região. Assim, a empresa estende sua atuação mais fortemente para o mercado asiático para solidificar uma carteira de clientes do porte de Citibank e Lenovo.

É o mercado mundial de e-learning mostrando o que podemos ver no Brasil e na América Latina em alguns anos.

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