nov 27

Evento Universidades Corporativas - Parte 3

Continuando com as palestras da parte da tarde, novamente mais um ponto alto do evento.

Primeiro, a Universidade Sadia, que realmente trabalha o conceito de Universidade Corporativa, trabalhando ensino, pesquisa e extensão. Colaboradores, Clientes, Fornecedores e Comunidade, integrados no processo de aprendizagem. E qual o resultado disso tudo? Fortalecimento de quem gera valor ao negócio, ou seja, todos esses stakeholders.

Na segunda parte, o case da Nestlé, que segundo a responsável, Alessandra Machado, inicialmente uma diretriz da matriz na Suíça, de onde vinham cursos prontos, “quadrados”, que não eram minimamente customizados à realidade brasileira, a não ser a tradução para a língua portuguesa.

Entretanto, segundo Alessandra, hoje em dia, eles já têm autonomia de desenvolvimento local de conteúdo, plataforma LMS e, a partir disso, com resultados excepcionais, o Case é referência mundial na Nestlé.

Isso mostra o quanto nós, brasileiros, possamos, sim, ser referência para o mundo todo.

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nov 27

Evento Universidades Corporativas - Parte 2

Na continuidade do evento, tivemos duas palestras: Alcatel-Lucent, com Rafael Fernandez e Abacomm, com Kleber Meira.

A exposição da Alcatel-Lucent foi uma das melhores até agora. O Rafael começou indagando a respeito das principais questões que os profissionais de educação corporativa são colocados diariamente. E isso norteou toda sua apresentação, mostrando como a Alcatel-Lucent procurou responder a essas questões. Muito interessante o posicionamento. Ou seja, colocar-se frente a frente dos nossos maiores desafios em Educação Corporativa.

Já o Kleber, da Abacomm, mostrou uma das tecnologias que mais devem crescer nos próximos anos, m-learning ou mobile learning (aprendizado móvel).

Soluções extremamente ágeis de entrega de conteúdo, de curta duração para se criar mais uma fonte de aprendizado, a qualquer hora, em qualquer lugar.

Nós, da GSI Online, já temos dois Cases nesse sentido: Pfizer e Eurofarma. É a Força de Vendas e suas nuances, mostrando que temos de apresentar soluções cada vez mais customizadas ao perfil do nosso público-alvo.

Enfim, a segunda parte do evento, pela manhã, mostrou a qualidade dos palestrantes e de seus Cases.

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nov 27

Evento Universidades Corporativas - Corpbusiness

Pessoal,

Escrevo diretamente do Evento Universidades Corporativas, organizado pela Corpbusiness. Evento esse que se coloca no contexto da necessidade imperativa da Educação Corporativa alinhada ao negócio das empresas.

Mas e qual o motivo de se associar o e-Learning diretamente com o termo Universidade Corporativa, tema este, muitas vezes, usado de forma descriteriosa?

Pelo fato de que as empresas que pensam na estruturação de uma Universidade Corporativa, quase sempre têm necessidades de otimização dos investimentos, além de várias outras características (dispersão geográfica, grande número de pessoas, necessidade de agilidade para entrega de treinamentos, carência de líderes) que rapidamente se pensa em e-Learning.

Pois bem, o evento tem palestras bem interessantes. Até às 10h30, tivemos uma apresentação do Diretor da ABED, Marcos Resende (Diretor também da WebAula), falando sobre a situação da Educação a Distância e dois Cases: um da Ernst & Young University e outro da UNIMETRO. Ambos muito interessantes, mostrando como a necessidade de desenvolver e reter talentos são uns dos maiores desafios das organizações. Mais detalhes sobre ambas as palestras nos próximos dias.

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nov 24

O e-Learning na era das Redes Sociais

A evolução do e-learning e de suas mudanças é colossal. A cada momento temos novas idéias e novas ferramentas que podem ser alinhadas às estratégias de aprendizagem online. Além disso, o fato de que uma diversidade de ferramentas com uso convergente (em torno dos objetivos de um curso online) traz resultados de sucesso encoraja o surgimento de inovações no processo de aprendizagem.

Entretanto, o limiar entre o uso disseminado e consolidado, que garante uma maior probabilidade de sucesso, é muito tênue. Até uma nova ferramente ser assimiliada são necessários alguns meses, com um forte trabalho de endomarketing.

Esse é o caso das Redes Sociais em Treinamento & Desenvolvimento. Orkut, Facebook, MySpace, LinkedIn são alguns dos exemplos de Redes Sociais. Mas como potencializar o uso dessas ferramentas para incrementar o aprendizado?

A imersão das empresas, gradualmente, em um ambiente cada vez mais colaborativo, chamado por alguns de Web 2.0 é parte do fator de sucesso de uma iniciativa de uso de Rede Social em e-Learning.

A Forrester Research, por exemplo, publicou recentemente um relatório das tendências de investimento na Web 2.0 até 2013. As cifras devem alcançar, segundo o estudo, algo como $4.6 bilhões de dólares. Tudo isso para criar um grande ambiente de colaboração na cadeia produtiva, unindo fornecedores, empresa (colaboradores) e clientes.

Vários desenvolvedores de softwares LMS (Learning Management System ou Ambiente Virtual de Aprendizagem) já procuram integrar algum tipo de ferramenta de Rede Social. Porém, o real fator de sucesso de uma iniciativa como essa está na coordenação que se faz para alinhar as demais estratégias de aprendizagem com essa nova ferramenta.

Um exemplo de sucesso é a empresa de telefonia celular francesa, SFR, que criou um ambiente em Rede Social para propiciar troca de informações sobre carreira, aspirações de aprendizado e carreira, além de grupos com assuntos comuns em interesse.

Atualmente, a Rede Social da SFR tem uma média de 80.000 visitas por semana e 10.000 funcionários usando.
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nov 17

Jogos Educativos ainda são pouco utilizados

Uma recente pesquisa sobre a importância dos jogos educativos aplicados ao e-Learning no Brasil acaba de surpreender o mercado. Isso porque o recurso ainda é muito pouco utilizado no País. O estudo, divulgado pelo portal e-Learning Brasil, revela que 67% dos pesquisados nunca utilizaram games nos cursos realizados a distância.

A opinião dos especialistas é unânime: a utilização dos jogos educativos só oferece benefícios à aprendizagem. Aliás, a melhora do desempenho na realização das tarefas baseadas nestes recursos foi apontada por 93% dos entrevistados. “A utilização dos jogos promove a interatividade e colabora com a fixação de conceitos importantes, especialmente, pela linguagem de fácil entendimento”, esclarece Marco Antonio Silva, tutor de cursos a distância do Senac São Paulo.

Mas, como diz o ditado, o que é bom custa caro. Segundo Nivea Maseri de Moraes, coordenadora pedagógica dos cursos corporativos do Senac São Paulo, o principal motivo pela fraca utilização de jogos é o custo elevado. “O desenvolvimento de games com fins pedagógicos não é nada simples e envolve muitos profissionais, entre programadores e especialistas em educação”, completa.

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