Há alguns posts atrás, eu falei sobre avaliação em e-learning e sua importância para o sucesso do projeto. Mas enfim, isso não é nada mais, nada menos que qualquer preocupação que deveríamos ter em qualquer processo de treinamento, seja presencial ou online, assim, ainda temos muitos treinamentos ainda presenciais que sequer utilizam uma avaliação básica de conhecimentos, quem dirá de reação, comportamento e resultados.
Mas por que estou lançando novamente esse assunto. Pois recentemente os pesquisadores da área estão falando no nível 9 de avaliação de um treinamento, fundamentado em Kirkpatrick. Tudo bem, são estudo avançadíssimos no que tange a mapeamento das áreas do cérebro relacionadas a retenção de novas informações, etc.
Porém, o meu questionamento é o seguinte: se ainda temos tantas empresas que sequer praticam avaliações do treinamento no seu nível mais simples, de que adianta adotarmos uma prática tão complexa?
Não é desmerecer essa nova prática, aliás, que bom que já temos condições de avaliarmos nossos treinamentos em 9 níveis diferentes. A única questão é que ainda precisamos fazer muito “marketing” da necessidade de avaliarmos até o mais simples dos treinamentos.


07 de abril de 2008 às 0:22
Concordo com você, Bruno. Numa área como educação/treinamentos, na qual ora impera o achismo, ora a resistência em inovar, ter em mãos dados estatísticos que comprovem o que funciona e o que não funciona seria muito bom!