jun 20

WebQuests na Educação Corporativa

Muitas vezes ouvimos de vários executivos “Não tenho orçamento para e-learning” e por aí vai…Mas e como se consegue dinheiro para algo novo, que pouco se conhece os resultados? Provando que dá resultado, e não com exemplo dos outros, mas sim um Projeto Piloto na própria empresa. Ah, não tem dinheiro nem para isso. Vai dizer que então não tem como provar que e-learning pode dar certo na sua empresa? Balela, também!

Quer saber como começar um projeto de e-learning sem dinheiro?

Leia abaixo, então, mais um post do colega do Colaborativo.org:

Produzir material próprio para cursos a distância, pode ser um grande desafio técnico e financeiro para qualquer instituição de ensino. Esse tipo de material especializado consome grande quantidade de tempo na sua elaboração e dinheiro, na contratação de designers, ilustradores e profissionais de internet para deixar tudo configurado. Uma ótima maneira de evitar esse tipo de problema é investir no uso extensivo de WebQuests nas aulas a distância, principalmente para as instituições que aplicam o chamado ensino semipresencial. Mas afinal, o que é um WebQuest?

Em poucas palavras, um WebQuest é uma atividade de ensino que faz uso de recursos existentes na própria internet. Por exemplo, seria como se você fosse montar uma aula inteira, apenas com links apontando para recursos e materiais existentes na própria internet.

My Cyber Social Map

Claro que não é só direcionar os alunos para web sites, o WebQuest precisa ser meticulosamente preparado e planejado, para aproveitar os recursos existentes e construir uma seqüência de raciocínio lógica, para que os alunos entendam a importância e relevância dos materiais.

Quer montar um WebQuest? Siga essas recomendações para criar um WebQuest:

  • Se você selecionar um link existente na Web, anote tudo que o aluno precisa fazer no web site ou sistema, todos os links e partes do texto importantes para o aprendizado.
  • Crie um texto introdutório, explicando a importância do texto.
  • No texto introdutório, o ideal é criar um cenário para contextualizar a apresentação do conteúdo. Assim os alunos podem partir para a investigação dos conteúdos, fazendo uma analogia com o cenário apresentado na introdução.
  • Planeje o WebQuest em conjunto com uma atividade, que possa gerar algum tipo de discussão ou reflexão dos alunos. Geralmente as atividades que acompanham um WebQuest são sínteses, análises e fóruns para discutir os assuntos abordados.
  • Cuidado para não criar uma simples lista de tarefas na web, isso não é um WebQuest.

Claro que isso não é tudo, mas já é um ótimo começo para começar a trabalhar com WebQuests. Se você quiser saber mais sobre esse tipo de atividade, recomendo que você visite esse endereço, que apresenta várias dicas e guias para criar esse tipo de atividade, com o uso de material existente na internet.

E aí pessoal, não concordam que já dá para começar assim?

Imaginem quando tiver dinheiro, o quanto não se pode fazer e provar a aplicabilidade do e-learning na empresa?

Popularidade: 24% Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor - GSI Online.
jun 20

Mapas Mentais na Educação Corporativa

Pessoal,

Antes de mais nada, o post definitivo sobre fatores críticos de sucesso na educação corporativa a distância, com o resultado da mais nova pesquisa no Brasil sai nas próximas semanas. Aguardem!!!

Enquanto isso, veja o post que o colega do Blog Colaborativo.org escreveu recentemente sobre Mapas Mentais.

Post do Colaborativo.org:

Antes de mais nada, o que são mapas mentais? Os chamados mapas mentais foram criados por um pesquisador australiano, chamado Tony Buzan, para maximizar o potencial criativo do cérebro. Ora, se o objetivo da técnica é potencializar a criatividade e estimular o cérebro, isso tem aplicação na educação. Como funciona? Tudo é baseado em uma espécie de diagrama, construído em volta de uma idéia central. A pessoa interessada no mapa mental posiciona a idéia no centro do papel e começa a puxar ramificações com subcategorias de informações, para organizar as idéias.

Veja um exemplo de um mapa mental:

6 Keys to Effective Learning - Mind Map

Já pensou apresentar a ementa de um curso assim? Ou quem sabe os assuntos necessários para ensinar um determinado conteúdo?

Pode parecer utópico, mas isso tem aplicações na área da educação e na criação de material. Quando você está planejando um curso ou apresentação, geralmente acaba tentando colocar os assuntos “no papel” de maneira linear. Com os mapas mentais, podemos visualizar os assuntos e conteúdos de maneira mais ampla. Estou tentando organizar as idéias dos cursos que planejo, usando mapas mentais e o resultado está sendo muito bom.

Quer tentar fazer um? Seria pretensão minha tentar ensinar a técnica completa em apenas um artigo, mas posso passar algumas dicas, retiradas de um vídeo do próprio Tony Buzan:

  • Sempre comece com uma folha em branco, em que a idéia principal deve ser posicionada em destaque no centro da folha
  • Comece as ramificações, fazendo as linhas com mais espessura e depois vá diminuindo até chegar às extremidades.
  • Escreva sobre as ramificações
  • Use linhas curvas para as ramificações, elas chamam mais a atenção que linhas retas
  • Tente usar o máximo de cores, para segmentar as ramificações. Assim fica mais fácil para visualizar as informações
  • Se for possível associe imagens às ramificações do mapa mental, ficará ainda mais fácil de identificar os assuntos.

Uma última recomendação, essa é pessoal, faça os seus mapas mentais no papel! Sim, apesar de ser adepto de tecnologia e tudo mais, fazer esse tipo de ilustração e plano no papel, me pareceu muito mais proveitoso que diagramar tudo no computador.

Mind Maps - This is where I've been

Para saber mais sobre a técnica, recomendo uma visita ao instituto Buzan, que é o centro de informações sobre esses mapas mentais.

Recomendo e incentivo os colegas professores e profissionais da educação a tentar usar essa metodologia, no design e desenvolvimento de material instrucional. Você verá a melhoria na performance dos seus projetos. Assim que tiver mais informações e exemplos eu publico aqui.

E aí pessoal, que acham a respeito da aplicação na educação corporativa?

Acredito que ainda temos muito a aprimorar nossos processos de design instrucional. Novas técnicas e métodos, acredito eu, serão sempre um acréscimo.

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abr 28

Objetos de Aprendizagem

Antes de inciarmos de vez a discussão sobre os fatores críticos de sucesso em iniciativas de e-learning, gostaria de compartilhar um excelente artigo sobre Objetos de Aprendizagem do colega do Blog Colaborativo.org, recurso esse ainda pouquíssimo utilizado nos projetos de e-learning brasileiros. Enfim, vale se inteirar sobre o assunto.

Se você trabalha com educação, deve ter escutado ou lido sobre os famosos objetos de aprendizagem em algum lugar. Caso você não saiba sobre o que se trata, posso dizer com segurança que esse é um dos principais objetivos de qualquer pessoa que trabalhe com design instrucional. Em tempos de corte de cursos e retorno máximo sobre o investimento, a possibilidade de criar objetos que possam ser reaproveitados é tentadora, para a maioria das instituições de ensino e profissionais que trabalham com educação a distância. Infelizmente o conceito ainda é pouco explorado, sendo que professores e até gestores, de instituições de ensino ainda desconhecem o conceito.

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mar 25

Por que o visual de um curso em e-learning faz a diferença?

Lendo um artigo (em inglês) do Rapid e-Learning Blog, de Tom Kuhlmann, sobre a importância da questão visual nos cursos online, resolvi compartilhar com vocês minha opinião sobre esse tema.

Muito ouve-se a partir dos críticos do e-learning de que os recursos visuais e animados dos cursos online seria apenas “firula” e que isso somente acrescenta tempo e custo ao processo de desenvolvimento de um curso, sem realmente impactar no aprendizado.

Todos nós sabemos que se há uma falha de Desenho Instrucional que remete ao uso desnecessário de alguma ilustração ou animação, isso somente irá acrescentar tempo e custo ao desenvolvimento, ratificando o parecer dos críticos. E realmente isso acontece.

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mar 22

Avaliação em e-learning

Volta e meia sentimos o anseio das empresas em implementar seu projeto de e-learning, porém, sempre procuramos lembrar que o projeto em si compreende muito mais etapas que somente o LMS e os cursos, sendo que uma das fases mais importantes é avaliação do projeto em si e o cuidado com as avaliações dos cursos propriamente ditos.

Lendo um post do colega do Colaborativo.org, lembrei-me de comentar mais profundamente essa questão. No artigo referido, ele comenta que um amigo próximo ministrou um treinamento numa empresa, sendo que na avaliação todos foram muito bem obrigado, porém, dias depois o gerente da empresa contatou-lhe criticando o seu treinamento pelo fato de que os colaboradores estavam tendo dificuldades na aplicação dos conceitos aprendidos.

Ratificando a idéia do autor do Colaborativo.org, digo que isso realmente foi um problema de contextualização do aprendizado e, ainda, um problema de avaliação, ou seja, o treinamento não foi contextualizado à realidade dos colaboradores e avaliação corroborou para explicar o fato, já que todos foram muito bem e não conseguiram aplicar os conceitos aprendidos.

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