abr
9
O sonho de várias empresas há um tempo atrás era estruturar um Programa Trainee, tudo porque o mesmo teria um impacto enorme na atração e retenção de talentos e, conseqüentemente, reduziria o índice de rotatividade, o que sempre contribui para uma melhor gestão do conhecimento.
Pois bem, semana passada, a GSI Online “bateu o martelo” de um projeto com uma empresa gaúcha que pretende inovar nesse processo. Além de estar formatando o seu Programa Trainee que ambiciona abastecer a empresa de talentos no mesmo ritmo forte de crescimento que tem a empresa, a idéia é usar o LMS (Learning Management System) para integrar o processo de seleção dos trainees com todos os treinamentos necessários para a formação dos novos colaboradores, formando ao final de tudo uma Universidade Corporativa.
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Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor - GSI Online.
mar
27
Lendo a crítica internacional sobre e-learning, principalmente Elliot Masie e suas iniciativas em questionar os atuais LMSs existentes no mercado frente aos desafios de aprendizagem colocados pelas empresas em todo o mundo.
E ele lista alguns dos questionamentos acerca dos LMSs:
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Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor - GSI Online.
mar
3
Para finalizar os comentários em relação aos anseios do guru Elliot Masie em relação às plataformas LMS, vamos comentar a integração total entre Treinamento & Desenvolvimento através dos aplicativos de e-learning.
Muitos fornecedores americanos e europeus já ofertam LMSs que possuem integração com robustos sistemas de gestão do capital humano/gestão de talentos. Mas o que fazem e para que servem tais funcionalidades?
A idéia é que possamos ter um “mapa” do colaborador desde quando ele entra na empresa, passando por todas as promoções e trocas de funções, até um eventual desligamento da empresa. Assim, sempre que ele munda de função, por exemplo, já existe uma trilha de aprendizagem pronta para o desenvolvimento desse colaborador.
Outro fato está ligado à tão badalada gestão por competências. Quando todas as empresas já tiverem mapeado suas competências, esses sistemas irão ajudar no processo de alinhamentos das atividades de treinamento & desenvolvimento com as competências da empresa, tudo isso de forma automatizada.
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Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor - GSI Online.
mar
3
Elliot Masie, dentro do seu Learning Consortium, faz pesquisas constantemente para identificar os anseios da comunidade de e-learning americana e mundial. Dessa forma, um desses questionamentos está em quanto tempo a empresa pensa em reavaliar a sua plataforma LMS. A maioria das empresas responde de 36 a 42 meses.
Isso mostra o quanto o mercado tem de ser ágil para implementar mudanças nas ferramentas LMS porque as organizações cada vez mais migram seus treinamentos presenciais para online, demandando inclusive algumas inovações na forma de desenvolvimento dos cursos.
Assim, a idéia de que o mercado está em processo de globalização, alta competitividade, de constante mudança, também vale para o mercado de e-learning, que precisa estar atento e focado nas inovações como forma de gerar evolução nas ferramentas, contribuindo, ao final, para um melhor processo de aprendizagem nas organizações.
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Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor - GSI Online.
mar
3
Software como serviço é uma tendência e, dessa forma, os aplicativos LMS não poderiam ficar de fora.
Nos EUA e na Europa, isso já vem se concretizando e muitas empresas estão desistindo do modelo de licenças e cobrando apenas o uso da ferramenta. O cliente só paga o que usa e esse modelo parece que tem tido melhor retorno para ambos os lados.
No Brasil, ainda vemos muitas empresas arraigadas ao modelo de licenças pelo fato de que, muitas vezes, a área de TI não pode ouvir falar em ver seus aplicativos rodando fora dos “muros” da empresa, o que torna a aplicação do modelo de serviço mais complicada.
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Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor - GSI Online.
mar
3
Dando continuidade aos 12 anseios em relação aos nossos LMSs de Elliot Masie, comento aqui o nono desejo: desenvolvimento de conteúdo pelo usuário.
Como já falado anteriormente, o ápice do desenvolvimento de uma organização em termos de iniciativas de e-learning está ligado aos próprios usuários gerarem conteúdo relevante entre eles, construindo o conhecimento coletivamente. Estamos longe disso nas empresas brasileiras? Sim, ainda há um bom caminho a percorrer. Vale a pena ficar atento para essa tendência, isso sim.
Entretanto, ficam algumas dúvidas sobre a operacionalização desse conteúdo na base de aprendizado. Como editar, criar tags e gerenciar todo esse conteúdo frente a outros conteúdos obrigatórios da trilha de aprendizagem do colaborador?
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Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor - GSI Online.
fev
29
A rotina das empresas está cada vez mais permeada de atividades baseadas em papéis ou, caminhando em direção a um sistema fundamentado em competências. A tão famosa gestão por competências terá um impacto gigantesco na forma como desenvolvemos nossos projetos de e-learning, permitindo alinhar melhor os objetivos de aprendizagem de acordo com os objetivos estratégicos da empresa.
Hoje em dia ainda estamos totalmente focados em plataformas que traçam a trilha de aprendizagem de acordo com o cargo/posição do colaborador e não nos papéis e processos que o mesmo desempenha. A idéia é que no futuro, tenhamos um LMS que trace a trilha de aprendizagem com base no histórico de capacitação do colaborador, correlacionando com o papel e os processos atualmente designados ao colaborador.
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fev
29
Novamente, Elliot Masie, ao discorrer sobre mais um desejo do LMS “ideal” coloca algo que realmente iria impactar e mudar radicalmente o mundo do e-learning nas corporações.
Esse anseio está ligado ao fato dos LMS terem a capacidade de se integrar com todas as ferramentas da rotina diária do funcionário, ou seja, o LMS seria apenas um componente de um sistema global de aprendizado. Por exemplo, ao ler esse post do blog, você tem um dúvida do que é a palavra LMS. Simplesmente, o sistema estaria integrado com todas as ferramentas usuais do colaborador e, portanto, bastaria passar o cursor em cima da palavra que surgiriam opções de conectar na rede social com pessoas que trabalham com LMS ou que já conhecem a ferramenta para então poder consultá-las. Outra opção possível seria clicar na palavra e ser direcionado automaticamente a um curso sobre LMS e, por fim, poderia se ter acesso a uma base de conhecimento central (algo como um wiki) que disponibilizasse definições sobre a palavra.
Portanto, mais um desejo que hoje é sonho, mas amanhã pode ser realidade. Quem viver, verá!!!
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Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor - GSI Online.
fev
28
Para finalizar os posts sobre os anseios em relação aos LMSs feitos por Elliot Masie, farei posts subseqüentes.
O que podemos dizer é que realmente ainda estamos muito longe dessa situação “ideal” que Elliot vislumbra.
Masie fala, por exemplo, em relação ao suporte ao aprendizado, que seria muito falho ainda nas plataformas existentes, pelo fato delas serem ainda pouco “inteligentes” no sentido de que quando fazemo um curso online, o mesmo foi projetado numa análise das necessidades de treinamento e desenvolvimento que podem já não representar as necessidades atuais. Particularmente, ainda não vejo como as ferramentas poderiam chegar a esse nível, porque invariavelmente precisamos identificar uma necessidade, ou ao menos projetá-la, para depois poder desenvolver o conteúdo e disponibilizá-lo à base de treinandos. Mas enfim, todos sabemos o quanto evoluímos rapidamente nos últimos anos.
Dessa forma, o que pode ser utópico hoje, pode não ser mais amanhã.
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Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor - GSI Online.
fev
26
Dando continuidade aos principais anseios relacionados aos LMSs citados por Elliot Masie, vou comentar a questão do Contexto.
Masie comenta que o contexto é algo fundamental no processo de aprendizagem e que, portanto, deveríamos ter ferramentas capazes de potencializar a contextualização do aprendizado.
O contexto surge às vezes da experiência do colega com uma situação-problema semelhante ou mesmo do exemplo do tutor/professor. O que precisamos é criar mecanismos que facilitem essa questão. Somente a presença de Fóruns, Wikis, Chats e Blogs talvez não seja suficiente.
Na minha opinião, a questão não está nas funcionalidades e sim na gestão do projeto de e-learning que muitas vezes peca em não estimular o aprendizado de forma coletiva.
Qual empresa não gostaria de ver seus vendedores, por exemplo, aprendendo coletivamente com os acertos e erros de cada um? Pode parecer utopia para muitas empresas, mas algumas já tem tornado concreto esse sonho.
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Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor - GSI Online.
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