Software como serviço é uma tendência e, dessa forma, os aplicativos LMS não poderiam ficar de fora.
Nos EUA e na Europa, isso já vem se concretizando e muitas empresas estão desistindo do modelo de licenças e cobrando apenas o uso da ferramenta. O cliente só paga o que usa e esse modelo parece que tem tido melhor retorno para ambos os lados.
No Brasil, ainda vemos muitas empresas arraigadas ao modelo de licenças pelo fato de que, muitas vezes, a área de TI não pode ouvir falar em ver seus aplicativos rodando fora dos “muros” da empresa, o que torna a aplicação do modelo de serviço mais complicada.
Entretanto, nos últimos clientes que tenho visitado já vejo uma inversão dessa tendência em direção ao famoso modelo ASP (Application Service Provider), que é a forma mais comum do mercado de e-learning chamar o modelo de LMS comercializado como serviço.
Mas Elliot Masie finaliza dizendo que o ápice da evolução nesse sentido está em ir em direção ao LMS da geração Web 3.0 (alta interatividade e customização das necessidades das unidades de negócio de uma mesma empresa).
Dessa forma, unidades de negócio com necessidades específicas poderão solicitar inclusão/exclusão de módulos mais alinhados as suas características.


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