Lendo a crítica internacional sobre e-learning, principalmente Elliot Masie e suas iniciativas em questionar os atuais LMSs existentes no mercado frente aos desafios de aprendizagem colocados pelas empresas em todo o mundo.
E ele lista alguns dos questionamentos acerca dos LMSs:
Os conteúdos estão mudando rapidamente:
- desenvolvimento de conteúdo baseado em rapid e-learning (cursos curtos e de rápido desenvolvimento)
- conteúdo produzido pelo usuários (podcast e videocast, por exemplo)
- Ferramentas de Suporte ao Aprendizado (Sistemas alinhados à gestão de talentos, trilhas de aprendizagem)
- Ferramentas colaborativas (Wikis, por exemplo)
Os aprendizes estão se envolvendo cada vez mais rapidamente
- Usuários cada vez mais velhos procurando educação continuada (geração dos baby boomers do pós-guerra)
- Novos aprendizes da geração Y, nascidos na década de 80
- Geração de aprendizes globais que buscam conhecimentos em várias línguas
Os LMS estão sendo “encurralados”
- Sistemas legados otimizados e integrados é uma necessidade imperativa
- Dificuldade em gerenciar conteúdos diversos
- Necessidade de alinhamento a requisitos legais das corporações
- Será que os LMSs estão prontos para a Web 2.0, focada na construção coletiva do conhecimento?
Os orçamentos para educação corporativa (treinamento) estão cada vez mais “apertados”
- Muitos contratos de LMSs feitos há muito tempo estão fora da realidade do mercado
- A necessidade de gerar mais aprendizado com menos investimento
- A necessidade de métricas alinhadas às práticas de e-learning
Enfim, várias indagações que podem nortear o futuro do aprendizado online. E a sua empresa, que caminho irá tomar?


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