Conteúdo,  conteúdo e conteúdo: Assim, Elliot Masie define o segundo anseio para nossos LMSs. Masie diz que quando os primeiros sistemas LMS foram lançados, eles eram como aquelas máquinas de latinhas de refrigerantes automáticas, ou seja, o objetivo era entregar e rastrear as atividades de e-learning, principalmente contratadas 100% de fornecedores terceirizados.

Na época, nem se conhecia a palavra e-learning propriamente dita, e sim CBT (Computer Based Training) ou Treinamento Baseado em Computador. Com o crescimento do desenvolvimento de conteúdo interno às empresas, muitas empresas começaram a investir em plataformas LCMS,  com ambiente de desenvolvimento de conteúdo próprio, claro que com certas limitações.

Assim, Masie diz que estamos no caminho de tirar o foco de desenvolvimento de conteúdo da empresa e dos fornecedores e migrarmos para o conteúdo desenvolvido pelos próprios usuários. Para tanto, precisaríamos ter LCMSs bem mais robustos, se quiséssemos ter conteúdos com uso de objetos de aprendizagem com bom grau de ludicidade.

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