jun 26

e-Learning Brasil 2008 - Primeiras impressões

Pessoal,

Acompanhei, hoje, dia 25/06, o primeiro dia do e-Learning Brasil 2008 e minha avaliação até agora é positiva.

Mas e quais as impressões em geral?

Ao meu ver, é um momento único no mercado brasileiro para conhecermos as empresas que estão investindo em e-learning, podendo compartilhar experiências de sucesso e insucesso. Realmente, muitas empresas com um excelente nível de maturidade em seus projetos, além de várias empresas ansiosas para começarem seus projetos. Enfim, isso mostra o início do processo de maturação do mercado brasileiro de e-learning.

E a programação?

O momento alto de hoje foi, sem dúvidas, capitaneado pelo trio internacional do evento, Elliot Masie, Marc Rosenberg e Eric Shepard, todos do primeiro escalão do e-learning mundial, sempre visionários e com um raciocínio extremamente inteligente da situação do e-learning no mundo e suas perspectivas.

Falaram sobre coisas óbvias mas nem sempre atendidas como atentar para as diferenças culturais, trabalhar endomarketing, entre outros.

Mas a grande contribuição deles veio com o que virá pela frente. Redes Sociais integradas aos ambientes de aprendizagem, wikis, podcast, videocast, tudo integrado e trabalhado de forma colaborativa, criando um verdadeiro ambiente de suporte ao desempenho.

Enfim, recém estamos começando a vislumbrar os potenciais da tecnologia para o aprendizado.Videoconferência com Elliot Masie

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mar 27

LMSs sob fogo cruzado!!!

Lendo a crítica internacional sobre e-learning, principalmente Elliot Masie e suas iniciativas em questionar os atuais LMSs existentes no mercado frente aos desafios de aprendizagem colocados pelas empresas em todo o mundo.

E ele lista alguns dos questionamentos acerca dos LMSs:

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fev 18

Conteúdo, Conteúdo, Conteúdo

Conteúdo,  conteúdo e conteúdo: Assim, Elliot Masie define o segundo anseio para nossos LMSs. Masie diz que quando os primeiros sistemas LMS foram lançados, eles eram como aquelas máquinas de latinhas de refrigerantes automáticas, ou seja, o objetivo era entregar e rastrear as atividades de e-learning, principalmente contratadas 100% de fornecedores terceirizados.

Na época, nem se conhecia a palavra e-learning propriamente dita, e sim CBT (Computer Based Training) ou Treinamento Baseado em Computador. Com o crescimento do desenvolvimento de conteúdo interno às empresas, muitas empresas começaram a investir em plataformas LCMS,  com ambiente de desenvolvimento de conteúdo próprio, claro que com certas limitações.

Assim, Masie diz que estamos no caminho de tirar o foco de desenvolvimento de conteúdo da empresa e dos fornecedores e migrarmos para o conteúdo desenvolvido pelos próprios usuários. Para tanto, precisaríamos ter LCMSs bem mais robustos, se quiséssemos ter conteúdos com uso de objetos de aprendizagem com bom grau de ludicidade.

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